PAPO CABEÇA

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

EVENTO DA POSITIVIDADE...VAMOS CURTIR???




Os fãs da banda Natiruts podem começar a contagem regressiva. No próximo dia 09, a banda se apresentará na Musique na abertura oficial da temporada mais quente do ano.

A noite contará ainda com Kingtunes Sound, Katchafire (Nova Zelândia) que tornou-se uma das bandas mais importantes da cena Reggae e arrasta multidões por todos os lugares do mundo onde passa, além de Mat McHugh que vem das praias ensolaradas da Austrália e já colhe frutos da sua recente carreira solo, Mat já tocou por diversas partes do planeta com sua antiga banda "The Beautiful Girls". 

O show promete ser um dos maiores encontros de reggae já visto por aqui.

Vendas de ingressos:
Musique Store - http://store.musiquemcz.com/
Forum - Ponta Verde
Chilli Beans - Maceió Shopping
Folia Brasil - GBarbosa Stella Maris
Tickets Maceió - Unicompra Ponta Verde
Acesso VIP - Unicompra Farol
Maceió Ingressos - Maceió Shopping
 
Reserva de mesas: 82.9653.6653

Informações: 82.3327.8700 // 82.9306.9306



quarta-feira, 11 de setembro de 2013

BANDA CACHORRO URUBU EM TRIBUTO A RAUL SEIXAS



Há duas expressões, bem peculiares, comumente conhecidas pelo povo: "Chamar o Raul" e "Tocar o Raul". A primeira é de natureza agridoce e os bêbados a conhecem bem.
Já a segunda, refuta a tempos em que o rock brasileiro era poesia simples e direta, chegando aos ouvidos do advogado ao gari.
Eis que, há dez anos, surgia a banda Cachorro Urubu para rememorar essas canções. Para o público que é fã do baiano mais roqueiro do País, no dia 20 desse mês de agosto vai haver o “10º Tributo a Raul Seixas”, no Clube Fênix Alagoana, na Rua da Praia, Centro de Maceió. De acordo com a banda, haverá um show não cover, mas em homenagem ao pai do rock brasileiro.
O espetáculo começará às 22h e o investimento é de R$ 15. Os ingressos podem ser comprados nas lojas Eletrorádio Gomes, no Centro de Maceió, e em Arapiraca, e no Estúdio Poker, na Jatiúca.
A banda é formada por Ney Guedes nos teclados - que está no grupo desde o começo, junto com o cantor -; Dinho Zampier também nos teclados; Rodrigo Peixinho nas baquetas; Victor Lira nas seis cordas; e Júnior Beatle no baixo.
A Cachorro Urubu também vai contar com a maestria do trompetista Siqueira, da Conexão Latina, com o conjunto de metais. Nos backing vocals, a cantora Paulinha, da orquestra Golden Times, é quem encabeça o time dos timbres.
Ah, sim, e, claro, Phillipe Carvalho no violão e nos vocais - tamanha a semelhança entre a de voz dele com a de Raul, sendo rotulado de "Phillipe Seixas".
"O aniversário vai ser cantado por todos nós durante a madrugada"
Em entrevista ao Tribuna Hoje, o vocalista contou que já chegou a enviar gravações da banda para casa de festas, inclusive em Aracaju, e as pessoas pensarem que se tratava do próprio Raul cantando. E foi esse o motivo de mais de duas mil pessoas terem ido ao último Tributo a Raul Seixas, que aconteceu no Armazém Uzina, em Jaraguá, onde o evento, celebrava sua nona edição, e foi realizado no dia de aniversário de 21 anos da morte do ídolo, no dia 21 de agosto.
Esse ano, o evento é no sábado, dia 20 de agosto. "O aniversário vai ser cantado por todos nós durante a madrugada", diz Phillipe. Ele contou que a história da banda se confunde com a do evento – a Cachorro Urubu começou justamente para o Tributo e para o público fã e sedento de boa música.
Na última edição, houve a participação do blues da Barba de Gato – que também vai o show esse ano - e da vibe do Coelho DJ. Mas, segundo o frontman Phillipe Carvalho, de 39 anos, eles estão tendo cada vez menos apoio, chegando a colocar dinheiro do bolso para a realização efetiva do evento.
"Dá sempre um frio na barriga, porque não sabemos se o público vai comparecer em massa. Mas ele sempre vai. O que notamos é que uma 'pivetada' - de 4 a 15 anos de idade - costuma prestigiar muito a música de Raul e isso nos deixa muito felizes", comenta ele, enfatizando a transcendência das poesia e prosa cantadas pelo baiano.
Essa assertiva pôde ser vivida por eles. "Crianças ao lado do palco, cantando as músicas junto a seus pais... É muito bonito! Cada uma tem uma música que mais gosta. O meu sobrinho, por exemplo, gosta bastante de 'Eu nasci a dez mil anos atrás'. Eu e Phillipe inclusive fizemos uma brincadeira com ele", lembra o guitarrista Victor Lira, rindo.
Na minha opnião é a melhor banda que melhor interpretou o Rei do Rock Brasileiro.
Fonte: Tribuna Hoje.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

NUAS NA INTERNET: AS VÍTIMAS SÃO ELAS





Big Brother Brasil, A Fazenda e toda sorte de “realities shows” que transformam anônimos - ou quase isso - em celebridades têm, há bastante tempo, despertado em meninos e meninas a ideia de que a fama é capaz de transpor e vencer todas as barreiras.
Hoje os jovens não sonham em ser médicos, advogados, professores ou astronautas, mas, sim, famosos. Pelo custo que for, desde que o objetivo seja alcançado.
Num país onde personagens são cultuados pelo que aparentam ou pelo que têm, não é de se surpreender que crianças, adolescentes e muitos adultos espelhem-se em famosos-por-coisa-nenhuma do que em bons e célebres profissionais.
Não há como reprovar que nossas crianças sonhem com a fama, comportamo-nos como se isso por si só bastasse e como se fosse realmente o que mais importa. Acima de valores e de princípios, aliás, honra - o que é isso mesmo?
Na última semana fiquei surpresa e assustada com imagens divulgadas na internet - em especial pelo whatsapp - de garotas alagoanas nuas. As imagens foram feitas com o consentimento, ao menos é o que parece. E concluindo a partir das histórias que muito se ouve, ambas podem ter sido vítimas de ex-namorados ou de alguém que se apoderou de forma furtiva destas imagens.
Decerto que muitos dos leitores lembram do caso da atriz Carolina Dieckmann. Vazaram suas fotos depois que seu computador foi para a manutenção. A confusão que a atriz fez foi tamanha que o Congresso Nacional elaborou a Lei Carolina Dieckmann, que visa a tipificação de crimes cibernéticos.
O que causa estranheza não é tanto a existência das fotos das garotas alagoanas, mas sua divulgação. Provavelmente essas meninas não queriam ganhar fama a esse preço, mas aqueles que tiveram acesso a essas imagens acreditaram que sua divulgação seria algo aceito socialmente.
O mais incrível é que as imagens são aceitas, sua exposição causa euforia em quem as vê, isso porque é muito cômodo julgar o outro, o desconhecido, aquele que passa por um constrangimento. Chato seria se fôssemos nós, mas os outros?! tranquilo...
Lamento pelas meninas, lamento por quem divulgou, mas lamento muito mais por essa sociedade de hipócritas. Muitos que apontam condenando não se preocupam em entender o contexto e ver que as vítimas são exatamente as meninas, e preferem julgar como se essa ação não fosse por si bem pior do que se expor para uma câmera.
Com isso quero deixar aqui meu apoio às vítimas de vazamento de imagens íntimas, mas também um conselho: antes de se aventurarem a registrar imagens que não querem que caiam na internet, pensem muito bem. Pois o que vemos hoje são lobos loucos por mais uma ovelha que lhes deem o prazer do “linchamento em praça pública”. 
Por: Candice Almeida

sábado, 10 de agosto de 2013

NÃO PODE LUTAR CONTRA NÓS MESMOS!!

 



Ele entrou no ônibus que tinha como destino um bairro periférico  na parte alta de Maceió,AL onde já não mais era permito respirar. O ônibus, lotado, carregava uma superpopulação malabarista, que com um corporal jogo diário – o tal jogo de cintura- buscava acomodar o cansaço do sábado, saído do trabalho.
Ele entrou no ônibus onde não era mais permitido respirar,  e além de uma mochila  que trazia nas costas, ocupava as  mãos , com um pacote molhado do frio, logo  depositado aos seus pés.
Em poucos minutos o assoalho do ônibus ficou inundado e o  cheiro forte traiu o sigilo da “mercadoria”. Era camarão.
A vizinhança no entorno do passageiro iniciou um onda de protestos, pelo cheiro que invadia o veículo, mas o tal protesto foi  logo silenciado por uma senhora que sentada nas últimas cadeiras, próximo a mercadoria se fez ouvir: E ele vai fazer o quê? Éle é igual a gente,  e como a gente tem direitos de carregar a feira dele no ônibus. Ou não tem?- Desafiava a sábia mulher encarando os agora-atônicos-quase-manifestantes.
E tem mais disse ela: -  A luta da  gente é contra os outros, os empresários, os donos dos ônibus. Não podemos lutar contra nós, mesm@s. Dito isso sentou em seu lugar e foi ,vigorosamente,aplaudida. O cabra que trazia os camarões agradeceu-lhe com um sorriso desdentado.
Desci do ônibus feliz pelo grau da consciência daquela senhora. Mudanças, né?
Por Arízia Barros (blog Raízes de África)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

CHUPETAS PUNHETAS GUITARRAS


De Elisa Lucinda
 

Choram meus filhos pela casa
fraldas colos fanfarras
Meus filhos choram querendo talvez meu peito
ou talvez o mesmo único leito que reservei pra mim
Assim aprendi a doar
com o pranto deles
Na marra aprendi a dar mundo a quem do mundo é
A quem ao mundo pertence e de quem sou mera babá
Um dia serei irremediavelmente defasada, demodê
Meus filhos berram meu nome função
querendo pão, ternura, verdade e ainda possibilidade de ilusão
Meus filhos cometem travessuras sábias
no tapa bumerangue da malcriação
Eu que por eles explodi buceta afora afeto adentro
ingiro sozinha o ouro excremento desta generosidade
Aprendo que não valho nada em mim
Que criar pessoa é criar futuro
não há portanto recompensa, indenização
mesquinhas voltas, efêmeros trocos.
Choram pela casa e eu ouço sem ouvidos
porque meus sentidos vivem agora sob a égide da alma
Chupetas punhetas guitarras
meus filhos babam conhecimentos da nova era
no chão de minha casa.
Essa deve ser minha felicidade.
Aprendo a dar meu eu, aquilo que não tem cópia
tampouco similar
E o tempo, esse cuidadoso alfaiate, não me conta nada
Assíduo guardador dos nossos melhores segredos
sabe o enredo da estória
Vai soprando tudo aos poucos e muito aos pouquinhos
Faz eu lembrar que meu pai também já foi pequenininho
Que só por ele ter podido ser meu ontem
Só por ele ter fodido com desesperado desejo minha mãe
um dia eu existi.
Choram meus filhos pela Nasa onde passeamos planetas e reveses
Eu escuto seus computadores, eu limpo suas fezes
faço compressas pra febre, afirmo que quero morrer antes deles
assino um documento onde aceito de bom grado
lhes ter sido a mala o malote a estrela guia
Um dia eles amarão com a mesma grandeza que eu
uma pessoa que não pode ser eu
Serão seus filhos suas mulheres seus homens
Eu serei aquela que receberá sua escassa visita
Não serei a preferida.
Serei a quem se agradece displicente
pelo adianto, pela carona
de poderem ter sido humanidade.
Choram meus filhos pela casa
Eu sou a recessiva bússola
a cegonha a garça
com um único presente na mão:
Saber que o amor só é amor quando é troca
E a troca só tem graça quando é de graça.

UMA MUDANÇA REAL PARA TODOS...

     
              Falar de violência já se tornou algo banal e corriqueiro, principalmente em nosso dia à dia.
Estamos todos nós, vivendo um caos com uma força maior, coisa que não é de hoje, mas que, atualmente ganhou proporções enormes, e atingindo todas as esferas sociais.
          Pois bem, as injustiças existem sim, mediante de tantos acontecimentos que convivemos, de vários problemas sociais que existem, ficamos nós cidadãos comuns, a sustentar toda essa robalheira de dinheiro público bem diante de nossos narizes. O que vimos ultimamente através das manifestações foi um ato de coragem e de BASTA! Mas infelizmente em meio a um movimento com intensões sinceras e verdadeiras, existem aqueles que se aproveitaram para avacalhar e deturpar a imagem desse evento.

          Mas penso que nossa resposta seria muito mais eficaz se acontecesse nas urnas, um ato em coletividade de votos nulos, pois só assim teria a consciência de nossa indignação! Só que infelizmente a grande maioria da população ainda se ilude com as velhas promessas políticas, e acabam se vendedor por alguns.

          Acredito firmemente numa sociedade de cidadãos justos, com a valorização merecida, pode até parecer um sonho esse acontecimento, talvez não consiga Eu alcançar, mas na real, é o que desejo do fundo do meu coração, por tudo que já lutei e ainda continuo, simplesmente um futuro menos sofrido e mais dígno para todos sem distinção, não aquele sonho dos poetas, compositores e autores em suas obras de ficção, mas numa coisa real e concreta para o bem de todos, embora tenhamos que aturar alguns poucos desonestos.