PAPO CABEÇA

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sábado, 27 de setembro de 2014

KAYA NA REAL O ÚNICO PROGRAMA DE AFRO-REGGAE DE ALAGOAS


Mazzola: Apresentador e Blogueiro





          O Blog do Mazzola depois de alguns dias sem postagens, volta com sua atividade total e positiva para todos os nossos leitores que acompanham nossos trabalhos.

          Quero aqui agradecer de coração pela a paciência de todos vocês, e dizer que temos novidades surgindo para todos, finalmente um passo mais que importante, talvés seja, um dos mais largos que demos até agora, mas todo o nosso esforço está valendo apena, brevemente estaremos com o programa na TV Maceió Canal 22 da Net, e com isso ampliar nossos horizontes e fazer um diferencial com mais visibilidade ainda, sendo assim conquistar espaço e caminhar por lugares antes não trilhados, farei o Programa Kaya na Real agora na TV é um sonho a si realizar, embora já ter realizado nas ondas do Rádio, que foi muito gratificante. Portanto, ainda vamos definir datas da extréia, para deixa-los ainda mais informados, mas não poderia de comentar antes com todos vocês a nossa conquista, isso mostra que, você faz parte de nosso sonho e merece estar por dentro dos acontecimentos até mesmo antes, isso é uma consideração que tenho por todos.

          Valeu galera! segue a programação da entrevista que fizeram comigo no Programa: MACEIÓ, MAR E POESIA, apresentador: Dr. Gerson Odilon
dia 27/09/14 apresentação as 16:00 Hrs. e 21:00 (Obs: pela Net Canal 22) quem não tiver Net pode acessar pelo Site: www.tvmaceio.tv.br/aovivo e confira a minha Entrevista

dia 28/09/14 apresentação as 9:00 hrs Manhã
                                              16:00 hrs
                                              21:30hrs
Quem não tem Net, vai pelo Site: www.tvmaceio.tv.br/aovivo e confira nossa entrevista.

Valeu galera!!             QUE JAH!!!  ESTEJA CONVOSCO!!

Por: MAZZOLA



domingo, 22 de junho de 2014

FORROCK EM MACEIÓ ALAGOAS





             Maceió está com mais uma edição do FORROCK, que reune bandas locais das mais diversas vertentes musicais, onde agrada todos os públicos sem discriminação, do Rock, Forró, Reggae, Hard Core, enfim a galera comparece para curtir na maior vibração positiva. Desde  o dia 20/06/2014 altas bandas já se apresentaram, reunindo a todos desde o público infantil ao adulto, onde se encontram os amigos e colegas das antigas para curtir um som legal e trocar idéias.
          Uma verdadeira confraternização da boa música, a Prefeitura de Maceió está de parabéns pela iniciativa Cultural, também contou com a presença de algumas bandas das antigas como Sinsinhor e cara nova como  CASA DE NOZ, com seu rock balada muito bem elaboradas.
          Estive lá para conferir e confesso, gostei bastante do que vi e ouvi, um clima de tranquilidade e segurança, pude presenciar crianças com seus pais se divertindo, e a galera numa Vibe super Positiva sem brigas ou confusões, agora vamos torcer para que esse evento se torne uma tradição, e assim, incentivando novos artístas que estão por vir.


Por: MAZZOLA

sexta-feira, 2 de maio de 2014

EDUCAÇÃO COMO FORMA E SOLUÇÃO...





          No último final de semana, o atleta brasileiro Daniel Alves, jogador do clube espanhol de futebol Barcelona, em um jogo, foi alvo de racismo; um torcedor do time rival jogou no campo, enquanto Daniel estava na sua borda, uma banana e este, por sua vez, a pegou e a comeu e, em seguida, voltou a jogar. No início deste ano, o atleta Tinga, do clube mineiro Cruzeiro, também foi alvo de racismo em um jogo fora do país, no qual vários torcedores do time rival, toda a vez que ele “pegava” na bola, simulavam sons de macacos. Estes são apenas dois exemplos de racismo no futebol pelo mundo, mas o preconceito não está presente apenas neste esporte.
Em 2011, um atleta do time de vôlei Futuro, o jogador Michael, em uma partida da Superliga de Vôlei, foi alvo de homofobia. Homossexual assumido, toda vez em que Michael tocava na bola, parte da torcida do outro time gritava xingamentos.
O preconceito e a discriminação possuem diversos alvos: negros, homossexuais, transexuais, travestis, mulheres, pessoas de classes sociais menos favorecidas, nordestinos, integrantes de religiões de raízes africanas (candomblé, por exemplo) dentre outros e, infelizmente, ainda estamos longe de ser uma sociedade igualitária, justa e pacífica, livre de qualquer preconceito.
A população carcerária brasileira é, em sua grande maioria, constituída por homens jovens, negros e oriundos das camadas mais pobres da sociedade, sendo a 4ª maior população em cárcere do mundo.
Nordestinos recém chegados na região sudeste e até aqueles que residem fora de seu estado de origem há muito tempo sofrem xenofobia, ou seja, a discriminação e o preconceito de pessoas que não aceitam migrantes. Praticantes de religiões de raízes africanas, como o candomblé, por exemplo, são discriminadas por pessoas que não conhecem, nem um pouco, a história, as tradições e o dia a dia destas crenças.
A escola, juntamente com a comunidade na qual está inserida (e isto inclui as famílias dos alunos), tem papel fundamental no combate aos diversos tipos de preconceitos a fim de conscientizar os estudantes por meio de campanhas, projetos, trabalhos etc. Como formadora de cidadãos críticos e protagonistas, a escola tem o dever de lutar contra a discriminação, inclusive em seu interior, combatendo o bullying.
Às vezes, por desconhecimento, ao escrevermos e/ou ao falarmos, utilizamos termos pejorativos ou já em desuso e, assim, na redação do Enem ou de qualquer outro exame e no nosso dia a dia devemos usar termos mais adequados para não sermos preconceituosos e para combatermos este mal.
Por exemplo, não é mais apropriado usar a palavra “homossexualismo” e sim “homossexualidade” e “homoafetividade”. O sufixo “-ismo”, na Língua Portuguesa, refere-se a doenças e já foi provado, cientificamente, que ser homossexual não é ser ou estar doente; não se adquire homossexualidade e, portanto, não se deve falar em “homossexualismo”, pois não trata-se de uma doença.
O termo “raça” é outro que está deixando a cena. De acordo com publicações científicas e jornalísticas, biologicamente, raças são “subespécies e definidas como grupos de pessoas – ou animais – que são fisiológica e geneticamente distintos de outros grupos. São da mesma raça os indivíduos que podem cruzar entre si e produzir descendentes férteis” (1), mas, recentemente, esta definição foi aprimorada.
Pode haver mais variação genética entre pessoas de uma mesma raça do que entre indivíduos de raças diferentes. Isso significa que um sueco loiro pode ser, no íntimo de seus cromossomos, mais distinto de outro sueco loiro do que de um negro africano. Em resumo, a genética descobriu que raça não existe abaixo da superfície cosmética que define a cor da pele, a textura do cabelo, o formato do crânio, do nariz e dos olhos.(2)
Ao invés de falarmos em “raças”, devemos falar em etnias que, segundo o dicionário Houaiss, significa “coletividade de indivíduos que se diferencia por sua especificidade sociocultural, refletida principalmente na língua, religião e maneiras de agir; grupo étnico”. Este termo, na verdade, ainda está em discussão, principalmente na Antropologia, mas é o que está em voga atualmente.
Já as religiões de raízes africanas sofrem uma injusta e grande generalização por parte de quem é preconceituoso e/ou desinformado: todas são macumbas. “Macumba” é uma palavra de origem africana que possui, como primeira acepção, “antigo instrumento de percussão de origem africana, espécie de canzá que consistia num tubo de taquara com cortes transversais onde se friccionavam duas varetas, e que era outrora usada em terreiros de cultos afro-brasileiros”, ou seja, macumba é um instrumento utilizado em rituais de religiões de origem africana, mas, como a Língua Portuguesa é viva como todas as línguas, passou a ser utilizada para referir-se a todos os cultos de raiz africana e, especialmente, aos “trabalhos” realizados nestes cultos.
O problema desta generalização é a ignorância que a cerca, pois há várias religiões afro-brasileiras e cada uma possui sua cultura, suas tradições e costumes, suas crenças e muitas pessoas pensam que elas são do mal, mas não. Assim, nunca devemos generalizar, pois sempre junto a uma generalização está a ignorância e a falta de ponderação e de bom senso, além de este ato demonstrar uma imensa falta de vontade de aprender e de conhecer o que é diferente.
Portanto, no Enem, em outros vestibulares e no nosso dia a dia, devemos mostrar respeito, não tolerância (pois esta é ligada ao ato de aguentar, o que não é a mesma coisa que respeitar) e devemos combater os nossos preconceitos com conhecimento e sem medo de conhecer o que é diferente do nosso contexto social, político e religioso.
Por: InfoEnem

sábado, 26 de abril de 2014

REFLEXÃO AO DIA 13 DE MAIO...







            Mais uma vez o Blog do Mazzola se antecipa, as falsas ou não, comemorações sobre o que diz respeito aos exatos 126 anos de Abolição da Escravatura no Brasil, que infelizmente ainda não acabou, apenas mudou de cara.  Não venho aqui para expressar toda minha indignação a tudo isso, sim para lembrar que, não é preciso apenas se CONSCIENTIZAR! e Sim PRATICAR a LIBERDADE e todos os seus DIREITOS.

          Chega de hipocrisias! Estou cansado de tantas falsidades! De lobos vestidos em pele de cordeiro para conseguir, ainda assim,se promover usando nossa Cultura NEGRA.  Falsários de pele Negra é o que mais tem em nosso meio, eu não vou ser hipócrita em dizer que devemos sentar o pau no branco, se alguns Negros fazem a chamada Merda também. Como sempre em todo meio existem os que estão lutando com a veracidade da causa, enquanto outros tentam se aproveitar do ensejo, para se promover ou lucrar sempre pensando em si próprio.

           E mais uma vez essa data 13 de Maio nos faz refletir seriamente sobre tudo que nossos antepassados viveram, para que hoje tenhamos um pouco de dignidade humana reconhecida pela sociedade.

           Além da Cultura Negra ser predominante em nosso País, o NEGRO como elemento principal formador de nossa miscigenação étnica brasileira, não seja por isso, que devemo-nos ACOMODAR, em busca de nossos valores, a educação é uma das armas mais eficazes que temos para assim nos conduzir a uma expectativa de vida menos sofrida que de outrora. REBELDE SIM! MARGINAL NÃO! existe uma grande diferença entre ambas, o que jamais faremos para não se confundir. Promover o bem-estár de um todo e para todos sem destinção.

           Em contrapartida,  um novo tempo se aproxima, as leis estão se adequando a novos conceitos humanísticos, embora ainda assim, existam prechas para discriminação antiga que vem a perdurar nas mentes através dos séculos. Até que um dia possamos colocar a LIBERDADE PRA DENTRO DA CABEÇA.

Por: MAZZOLA


sexta-feira, 25 de abril de 2014

ATÉ QUANDO ESPERAR, ATÉ VIR A AJOELHAR, E ESPERANDO UMA AJUDA DO DIVINO DEUS...
Frase da Música da Banda Plebe e Rude.



              Estamos assistindo como sempre, as injustiças que acontecem não somente, no Mundo como em nosso País, cada vez mais os direitos humanísticos são violados, e assim estão sendo desacreditados e se tornando sem credibilidade e sem respeito.  A cada vez que ligamos a nossa TV vemos uma realidade cada vez mais cruel, e tudo se torna ainda mais perverso quando enchergamos que as autoridades tem participação efetiva diretamente nos casos, como nos últimos que vemos ai a tona. Caso MARCELO PESSEGHINI um simples garoto, pacato, calmo, filho de uma casal de Policiais que foi morto inescrupulosamente por um plano macábro do qual, ainda não se tem uma afirmação concreta sobre o ocorrido. Caso BERNARDO LEANDRO, outro garoto de familia que foi morto cruelmente por sua madrasta e seus comparsas: seu próprio Pai e uma amiga Assistênte Social. Caso Douglas Rafael o DG, dançarino do programa Esquenta da Regina Cazé, que tinha um futuro brilhante, foi brutalmente assassinado por policiais em uma emboscada em sua própria comunidade no Rio de Janeiro.

          É disso que estou falando, e a justiça? Bem? Como vemos e sabemos, ainda está investigando ou não!  E tantos e tantos casos que nunca foram solucionados e esquecidos aos montes como arquivos de lixo. Não podemos como sociedade e cidadão deixar que isso aconteça em baixo de nosso nariz, pois do contrário não sabemos quem será a próxima vítima de uma história triste como essa, talvés Eu ou Você! A injustiça não tem discriminação, não escolhe ninguém, ela chega e logo faz sua vítima.

          Portanto, não vamos colocar Deus em nosso erros, pois se você os cometeu, que procure solucionar sem interferência do Divino, que tem coisas mais urgêntes a resolver em todo o Universo. Pare de se lamentar, de reclamar que está ruim, faça a sua parte e insentive os outros a contribuir com a parte boa que você está a construir, se você não pode pedir a Deus que ilumine o mundo e as mentes das pessoas a produzir o bem para todos, ao invés de pedir em oração pra si mesmo em puro egoísmo.

Acorde!  Levante! e Lute!

Por: MAZZOLA

terça-feira, 15 de abril de 2014

CARTA VERDADE...

CARTA AO EXMO. GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS TEOTÔNIO VILELA FILHO

Prezado Governador, venho externar a minha indignação quanto ao seu governo.
Durante estes sete anos de mandato, Alagoas não tem nada a comemorar, me desculpe se estou sendo leviano.
Alcançamos índices inaceitáveis nas áreas sociais, em particular na segurança e na educação.
Assistimos perplexos o crime tomar conta literalmente de nossa sociedade. Assistimos jovens, velhos, crianças, brancos, negros..., Enfim, todos partindo de forma cruel, pois o crime venceu, e o Senhor Governador, o que fez? Discurso, muita falácia, propaganda enganosa e nada de concreto. Tenho vergonha como alagoano em dizer que o Senhor é governador do Estado no qual eu nasci, e vivo (pelo menos tento) há 46 anos. É nesse Estado, Senhor Governador, que um dia eu sonhei com um futuro digno para os meus filhos e netos, e também para todos os alagoanos, mas o Senhor não nos deu essa honra. O Senhor envergonha nossas famílias, o Senhor trata com indiferença a nossa tão sofrida educação, e eu falo com conhecimento, pois sou professor efetivo há cerca de 12 anos, com um salário que eu sendo o Senhor teria vergonha em pagar a nós bravos professores. O Senhor não sabe, mas no Centro de Educação de Jovens e Adultos, onde eu leciono, existe a carência de merendeiras, têm alunos voltando para casa no meio do horário das aulas por sentir fome, fome esta, que o Senhor deveria se envergonhar, mas eu bem sei que a sua mesa, é uma mesa farta, onde nada falta.Todos nós, sem exceção, inclusive o Senhor, um dia poderá ser vítima deste Estado caótico. O Senhor me envergonha, me envergonha como alagoano, como cidadão, como gente!
Nossa Sociedade está fragilizada, tão fragilizada ao ponto de não vermos levantada uma bandeira de luta que pudesse instigar esse povo tão bom e tão ordeiro, aqui existe, e não são poucas, pessoas de bem. Sinto um vazio, em não ver nossas Instituições, nossos Sindicatos, a Maçonaria, a OAB, os Direitos Humanos, e tantas outras Instituições, lutando por uma Alagoas decente, uma Alagoas que fizesse escorrer em nossos rostos lágrimas de emoção ao ouvirmos seu hino.
Como seria bom Excelência, se Alagoas fosse uma estrela, uma estrela radiosa, que sorrisse pelas manhãs, que fosse uma Terra vitoriosa, de trabalho e progresso na paz,como seria bom! Mas está se findando o vosso governo, e qual a herança que nos será presenteada, a herança do medo? A herança da falta de perspectivas?
Lamento, e muito, por todo este triste cenário de nosso Estado, no qual o Senhor na condição de Comandante mor, não teve a sensibilidade de olhar como deveria, pois perdeu a grande oportunidade de nos conceder uma vida com um mínimo de dignidade, onde nós pudéssemos olhar para um futuro promissor, mas não, nosso povo anda de cabeça baixa, sem ver a possibilidade de ter uma educação de qualidade, uma segurança de nossas vidas, de uma saúde com um mínimo de respeito. A vida e o povo alagoano lhe ofertaram dois mandatos, e o Senhor o que fez com eles? O Senhor preferiu ser tão somente mais um, simplesmente mais um, nada mais do que isto!
Só nos resta de consolo é ver o Senhor se aposentar da política, e se realmente Governador, isto se concretizar, não tenhas dúvidas que o povo alagoano será eternamente grato a vossa pessoa.
E se não for muito, gostaria de fazer um pedido a Vossa Exª.: Faça uma reflexão de toda esta situação, reflita pensando no povo de nossa terra, não importando a qual classe pertença, do mais humilde ao mais abastado.
Por fim Senhor Governador, espero que sigas o teu caminho, pois o povo alagoano, jamais sentirá falta do seu governo!

Ismar Nascimento da Silva Filho
Professor e Oficial de Justiça do Poder Judiciário de Alagoas


quinta-feira, 3 de abril de 2014

FALSOS PROFETAS!!





              Você pode até imaginar da autenticidade do que está vendo como verdadeiro, mas não se iluda que pode-se enganar ou deixar levar,
          Estão na rua na casa ou na fazendo ou numa casinha de sapê, os falsos Profetas vem para te enganar e sua mente assim vai conquistar, te tornando um alienado, te traparceando de um jeito ordinário! Se liga nessa parada irmãos e não se deixe levar pelas mãos, daqueles que te sugam sem pensar em uma verdade que seja verdadeira por você.
          São lobos vestidos em pele de cordeiro! Que distribuem graceijos e sorrisos afavéis e em seus jantares encontros agradáveis, podendo disfarçar assim, as suas tramas e sua peçonha.
          Sempre de boa aparência, palavras formais ou informais, com visuais ou sem, usam mecanismos ao seu favor, para assim conquistar seus objetivos!
          Mas que um dia serão desnudo perante a verdade, daí não serão tão amáveis, eles não saberão esconder os seus podres e a sua vergonha, e ai mostrarão quem realmente são, e sua face real se mostrará, e com isso você verá o que realmente é.
          Jamais se iluda com promessas milagrosas, e repentinas.

Por: Mazzola